Caro acadêmicos e amigos.
Posto aqui a primorosa programação de palestras para o 1º semestre de 2014, da Academia Carioca de Letras, agora presidida por Ricardo Cravo Albin.
Caro acadêmicos e amigos.
Posto aqui a primorosa programação de palestras para o 1º semestre de 2014, da Academia Carioca de Letras, agora presidida por Ricardo Cravo Albin.
1ª Conferência Municipal de Proteção e Defesa Civil de Santa Maria. Data: 14/03/2014
Local: Rua Venâncio Aires, 2277- Centro Administrativo Municipal
Santa Maria – RS
9h – Chegada dos participantes
- Assinatura da lista de presenças
- Identificação dos participantes por segmentos
9h30 – Abertura da Conferência Municipal
- 10h – Apresentação e Aprovação do Regulamento da 1ª Conferência Municipal de Proteção e Defesa Civil
10h30 – Palestras
- Apresentação sobre a Campanha Cidades Resilientes – Palestrante: Major Fernandes Ferreira dos Santos – Representante da Defesa Civil Estadual;
- Apresentação sobre a Defesa Civil Municipal – Palestrante: Cladmir Nascimento- Coordenador Municipal de Defesa Civil;
- Apresentação sobre a 2ª CNPDC – Palestrante: Ronimar Costa dos Santos – Presidente da Cruz Vermelha de Santa Maria;
12h – Intervalo
13h – Grupos de Trabalho por eixo temático
- Inscrição para os Grupos de Trabalho
- Instalação dos Grupos de Trabalho
- Divisão em subgrupos
- Leitura do Texto de Referência (por eixo temático)
- Debates
- Elaboração de propostas de princípios e diretrizes
17h – Intervalo
- Validação e priorização das propostas
- Inscrição de candidaturas de Delegados para a Conferência Estadual
17h30 – Plenária de encerramento
- Apresentação e validação dos relatórios dos Grupos de Trabalho
- Eleição dos Delegados para a Conferência Estadual
- Encerramento
Ronimar Costa dos Santos
Presidente Cruz Vermelha Brasileira Filial Santa Maria.
Diretor Municipal de Gestão de Riscos e Desastres da Cruz Vermelha Brasileira.
Cell Phone: 55 (55) 9181-0916 - Work: 55 (55) 3027-4510
www.cruzvermelhasm.org.br
Na Idade Média, Portugal costumava comemorar o período carnavalesco com brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Estas brincadeiras eram denominadas "entrudos" e chegaram ao Brasil provavelmente com os portugueses, no ano de 1641, na cidade do Rio de Janeiro.
No início era um carnaval de água com limões de cheiro (pequenas bolas de cera recheadas de águas perfumadas), gamelas de água, seringas de folha de flandres, suficientes para transformar as ruas do Rio de Janeiro em um grande mar. Era comum misturar nesta brincadeira a farinha de trigo, o pó de sapato, alvaiade (derivação do chumbo que misturado a uma cola de gelatina, cartilagem de peixe ou pele de coelho, resultava na base para o início da pintura artística), e o piche para completar o banho coletivo. A brincadeira durou até 1853, quando o chefe de polícia proibiu o entrudo considerando uma festa grosseira e violenta. Mas, enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros.
Jogos durante o entrudo no Rio de Janeiro - Aquarela de Augustus Earle, c.1822
Esta festa na rua ainda não apresentava melodia e nem ritmo. Era uma disputa de barulhos, até que em 1852, o português José Nogueira de Azevedo Paredes (sapateiro) lançou a ideia, organizando um grupo que tocando bombos e aos gritos de “Zé Pereira”, criava a percussão do carnaval. Em 1869, a Companhia do empresário Heller levou esta novidade para o Teatro e as novas sociedades carnavalescas, passaram a adotar durante o ingresso nos salões aos gritos de “Zé Pereira”.
Já no final deste século, surge em 1880 o “cordão”, um tipo de agremiação recreativa exclusivamente para os festejos do carnaval. Foi certamente, um fenômeno que registrava mais de 200 cordões nos bairros do Rio. Estes eram identificados por suas cores definidas e possuíam uma percussão cadenciada. Ainda sem definição musical para o carnaval, ouviam-se cantigas de roda, hinos patrióticos, canções folclóricas, tudo, até mesmo marcha fúnebre. É bom lembrar que os cordões foram os responsáveis pela origem dos blocos carnavalescos e das escolas de samba.
Foi no início de 1899 no bairro Andaraí que Chiquinha Gonzaga (Francisca Edwiges Neves Gonzaga - 17 de outubro de 1847 — 28 de fevereiro de 1935), compositora, pianista e regente brasileira, teve a inspiração para durante o ensaio do Cordão Rosa de Ouro, compor uma música para os mesmos.
Não havia nenhuma composição feita especialmente para este fim, portanto, esta foi a primeira canção carnavalesca brasileira, uma marcha-rancho. Vale lembrar que somente 20 anos mais tarde, é que a prática da música de carnaval veio a oficializar-se.
Segundo Edinha Diniz “Ó Abre Alas, confirma o carnaval como festa popular e promovia o seu casamento com a música urbana. Parecia inevitável que carnaval e música se encontrassem num determinado momento dos seus desenvolvimentos específicos para formar o grande espetáculo da nacionalidade brasileira. Chiquinha Gonzaga foi apenas a promotora desse encontro”.
Se tiver interesse no campo de pesquisa, recomendo a leitura da obra “Chiquinha Gonzaga, uma história de vida” de Edinha Diniz - Editora Rosa dos Tempos 1999. (ISBN: 85-01-64713-6). A autora, Edinha Diniz é pós-graduada em ciências humanas pela Universidade Federal da Bahia e publicou, entre outras obras, biografias de Cartola, Machado de Assis e Jorge Amado. Hoje, atua na área de pesquisa, desenvolvendo projetos especiais sobre música brasileira.
Taxas de Fiscalização de Funcionamento (TFF) e Contribuição para Fomento da Radiodifusão Pública estão disponíveis no site da ANATEL (Agência Nacional de Telecomuncações): http://sistemas.anatel.gov.br/Boleto/Internet/Index_Boleto.asp
Não será requerido o prévio cadastro para a impressão de boletos. Basta você informar o seu CPF ou CNPJ e o número do Fistel.
Lembrando que o número do Fistel é um código numérico composto de onze dígitos que identifica a autorização que o usuário possui para determinado serviço. Assim, cada autorização equivalerá a um número de Fistel.
Este código pode ser encontrado nos próprios boletos emitidos pela Anatel (exemplo, as guias anuais de TFF quitadas). Devem ser verificado nesses boletos os campos denominados Nosso Número (Fistel) ou Número Referência (NRO). O número do Fistel consiste nos onze primeiros algarismos destes campos.
Dúvidas: Telefone Central de Atendimento: 1331
E-mail: fistel@anatel.gov.br
Importante lembrar: A nova disposição advinda do art. 28 da Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011, que altera o caput do art. 8º da Lei nº 5.070, de 7 de julho de 1966, trouxe a seguinte implicação:
Os valores da Taxa de Fiscalização de Funcionamento - TFF paga, anualmente, até o dia 31 de março, passam a corresponder a 33% (trinta e três por cento) dos fixados para a Taxa de Fiscalização de Instalação - TFI. Com isso, os valores da TFF que antes correspondiam a 45% ficam reduzidos a 33% da TFI.
Cumpre esclarecer, que as concessionárias, permissionárias e autorizadas dos serviços de telecomunicações, listadas no Anexo I da Lei nº 12.485, apesar de desoneração do valor da TFF, restaram obrigadas a proceder ao recolhimento da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – Condecine.
A Condecine, prevista no art. 32, II da Medida Provisória nº 2.228-1/2001, é devida pela prestação de serviços que se utilizem de meios que possam, efetiva ou potencialmente, distribuir conteúdos audiovisuais nos termos da lei que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado.
Importante ressaltar que a arrecadação dessa Contribuição é de competência exclusiva da Agência Nacional do Cinema – ANCINE e quaisquer esclarecimentos que se façam necessários deverão ser requeridos àquela instituição.
Aproveitamos para informar que a TFF e a CFRP, relativa ao ano de 2013, já foram geradas e se encontram disponíveis aos contribuintes por meio do Sistema Boleto. No caso de licença em Blocos de Estações de Assinante, em conformidade com o normativo vigente, essas receitas somente serão geradas após o vigésimo dia útil do mês de janeiro do ano corrente.
Fontes: http://www.anatel.gov.br https://sistemas.anatel.gov.br/Boleto/Internet/popup.asp