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Torrente - Marília Abduani

Espaço do Convidado com Marilia Abduani.
Professora de português, escritora e compositora.
Seus livros: Pelo estreito corredor do tempo, O beijo da lua e Nas asas do vento.



TORRENTE
 
Desencantar o mistério
da calmaria do mar,
da boca da maré-cheia,
dos fragmentos de areia
no ventre virgem do olhar.

Desenrolar o novelo
do sol a se declinar.
Sentir o beijo das águas,
torrente de dor e mágoa,
em meu barco a naufragar.

Tocar o céu da montanha,
como um pássaro voar...
Ser da sombra a claridade,
e da mentira a verdade
ser para a noite o luar.

Tecer as teias da vida
com as linhas do perdão.
Bordar de azul a esperança,
cerzir de luz a aliança
entre a loucura e a razão.

Por Marília Abduani - 05/11/2010.

- Reunião da ADABL - JUL 2018

A ASSOCIAÇÃO DOS DIPLOMADOS DA ACADEMIA BRASI-LEIRA DE LETRAS (ADABL), convida seus associados, parentes e amigos, para sua Reunião do MÊS DE JUNHO, a realizar-se no dia 29 de junho, das 15:00 às 17:00 horas, na FEDERAÇÃO DAS ACADEMIAS DE LETRAS E ARTES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (FALARJ), situada à Rua Teixeira de Freitas nº5 terceiro andar, Prédio do Instituto Geográfico Brasileiro, Centro/Rio de Janeiro.

Na ocasião a Escritora ANA MARIA TOURINHO, tomará posse como MEMBRO TITULAR e dissertará sobre: “CORA CORALINA - SUA VIDA SUA OBRA. APRESENTAÇÃO DO LIVRO DA AUTORA INTITULADO: PÉROLAS E PIMENTAS.

Wilma Porto Macedo – Secretário

Zélia Maria Fernandes – Presidente

- Lançamento da Coletânea 2017 do EBlog

Brasília (DF) – Em solenidade realizada na tarde do dia 1º de Março de 2018, no Salão de Honra do Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx), junto ao Quartel General do Exército (QGEx), ocorreu o lançamento da Coletânea 2017 do EBLog.

O General de Divisão Otávio Santana do Rêgo Barros, Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, proferiu homenagem e agradecimento aos escritores civis e militares que participaram desta coletânea.

Com a presença de diversas autoridades e convidados, tivemos a oportunidade de interagir e confraternizar com aqueles que preservam e multiplicam a cultura militar em toda a sociedade brasileira.

Meu artigo teve como titulo: “A música militar e sua harmoniosa missão”, abordando o tema que traz à reflexão e o emprego da música militar na antiguidade e nos dias atuais.

O mesmo pode ser visualizado no EBLog: http://eblog.eb.mil.br/index.php/a-musica-militar-e-sua-harmoniosa-missao

ou, neste próprio blog: http://www.amiltonpassos.com/2017/07/musica-militar-e-sua-harmoniosa-missao.html

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Fonte: Agência Verde-Oliva
Fotos: Estevam Photography

- Coletânea Literatura Sentimentos e Razões II

O MENINO DA BICICLETA é a nossa mais nova participação poética em obra literária. Publicada pela Editora Alternativa, Coletânea Literatura Sentimentos e Razões – Volume 2.

Segundo José Pantaleão (editor), na literatura  brasileira, as coletâneas são os principais veículos que levam a produção dos escritores independentes ao público leitor. E esta obra, cumpre a missão com maestria e alta qualidade, tecendo uma teia de poesias, contos, crônica e ensaios que desnudam o casamento indissolúvel no ser humano entre nossos sentimentos e nossas razões.

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O MENINO DA BICICLETA

Homenagem ao Dr. Davidson Alba.

Por Amilton Passos


Quando um homem tem o poder nas mãos

Indubitavelmente herdou de Deus.

Quando um menino tem o sorriso no coração,

Seguramente herdou o amor de seus pais.


Quando um homem tem o poder nas mãos,

Dores, alegrias, perdas e vitórias, existem todos os dias.

Quando um menino tem a fé no coração,

Todos os dias são bênçãos, são as suas escolhas.


Bendito és tu, menino que anda de bicicleta,

Não exita em pedalar pelo ofício em busca de esperanças.

Bendito és tu, premiando de bênçãos todos os teus,

Não exita em pedalar buscante por novas vidas.


Quando um homem tem o poder nas mãos,

Corre para vencer, para curar, para dar nova vida.

E o menino, agora adulto, pedala distribuindo sorrisos,

Sentindo o vento no rosto em forma de gratidão.


Alba (albus) é a primeira luz do amanhecer, antes de surgir o Sol.

É a aurora, é o crepúsculo matinal.

Alba é a cor branca das vestes dos sacerdotes.

Alba é o nome do anjo médico, que pedala, que cura, que ama.


Quando um homem tem o poder nas mãos, é

A-migo fiel de Deus e dos querubins, é

L-ivre lutador pelas vidas, é

B-ondoso e principesco de coração, é

A-mado por tantos à quem devolveu o sorriso.


Alba é um homem que tem o poder nas mãos,

É um menino que tem o sorriso no coração.

É um menino de fé fervorosa

Que Deus permitiu me devolver a vida.


Sentimentos e Razões - Vol 2

Editora Alternativa - ISBN 978-85-93043-34-5

Feira do Livro Porto Alegre / 2017

- Tamâm? - Crônicas e Reflexões de um Brasileiro no Sudão.

1588048383Esta obra reúne 45 crônicas, que retratam, com bom humor e seriedade, o ambiente de guerra civil vivido pelo autor, entre os anos de 2008 e 2009, quando desempenhava a função de Observador Militar das Nações Unidas no Sudão, antes da divisão do País, em Sudão e Sudão do Sul, que veio a ocorrer em 2011. Após cada relato, o autor apresenta reflexões comparativas, entre o que viveu naqueles dias de horror e os cenários apresentados pelo Brasil, momentos em que questiona por que a sociedade brasileira ainda não chegou aos patamares de um país desenvolvido. Ao final do livro, o autor apresenta as lições aprendidas durante a missão naquele país africano, bem como alinhava algumas respostas aos questionamentos feitos ao longo da obra, de maneira simples e elucidativa.


... ”Tamâm é uma obra simples, que reúne por meio de crônicas, os acontecimentos – pitorescos ou não – e também as dificuldades e reflexões por que passou este autor, quando desempenhava a função de observador Militar das Nações Unidas no Sudão, entre os anos de 2008 e 2009.

O tempo decorrido entre a realidade dos fatos e sua publicação permitiu boa maturação das ideias, sem que os ensinamentos perdessem atualidade.

O cenário é um país em guerra civil, àquela época, único, porém, hoje, dividido em Sudão e Sudão do Sul. As narrativas, neste livro descritas, abarcam fatos ocorridos nos territórios atualmente pertencentes aos dois países.

Esta senda tem um coração. O intuito do conteúdo de cada uma das páginas a seguir é revelar e tornar transparentes os sentimentos, emoções, angústias e aflições que rondam um ambiente de missões de paz, conduzidas sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU), bem como extrair lições aprendidas, que possam servir como objetos de reflexão crítica, sobretudo, acerca da necessidade de investimentos mais seriamente em educação no Brasil.

Oxalá as letras presentes nesta obra, e a energia que as une, possam despertar nos leitores a vontade entrópica de clamarem por reformas alquímicas em nosso sistema educacional, a fim de que tenhamos homens, mulheres e crianças livres dos grilhões da opressão e da ignorância política, cultural e intelectual, para que possamos caminhar certeiros em direção à consolidação de uma sociedade brasileira mais justa e perfeita, tal qual a descrita por Platão em sua obra “A República”.

Que possamos refletir criticamente sobre todas as mazelas que afetam nosso País, e que a via cardíaca, trilhada neste livro, desperte-nos a necessidade consciente de adotarmos o caminho da devoção e do serviço à humanidade em nossos estilos de vida.

Acredito, fielmente, que somente a educação e o serviço podem transformar os destinos do Brasil. Que a leitura dessas crônicas possam servir de instrumento para essa metamorfose brasílica urgente e necessária.

Tamâm? (Ok, tudo bem? – no dialeto falado em território sudanês)”.

Por Ândrei Clauhs (Autor)


Para adquirir acesse:

https://www.amazon.com.br/dp/B074YCFFRQ

- Palestra de Cláudio Murilo Leal em homenagem a poetisa Marita Vinelli.

Prezado/a  Escritor/a. Ao cumprimentá-lo/a, peço-lhe o favor de divulgar evento da SOCIEDADE EÇA DE QUEIRÓZ, no dia 18 de Março - próximo sábado, às 13horas, ocasião em que falará o Professor CLÁUDIO MURILO LEAL,seguido de uma homenagem a poetisa MARITA VINELLI.
Contando com sua habitual solicitude e empenho, receba um abraço amigo do Braulio Maciel, presidente Sociedade Eça de Queiroz
convite EÇA MARÇO 2017

- Palestra acerca da Literatura de Astrid Cabral - Poeta e Contista

A Associação Nacional de Escritores tem a satisfação e a alegria de convidá-lo a participar da Quinta Literária da ANE que ocorrerá aos 23 de junho de 2016, às 20h, em Brasília (DF). Na ocasião, o escritor Diego Mendes Sousa proferirá palestra intitulada, Astrid Cabral: Ser D'Água Doce.


Associação Nacional de Escritores — ANE SEPS EQS 707/907 Bloco F, Ed. Escritor Almeida Fischer, Asa Sul, Brasília DF - 70390-078
Fones: (61) 3244-3576 / (61) 3242-3642 / (61) 3443-8207

- Convite para o 5º volume das COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS

“É através da escrita que oportunizamos um novo sentido”.
(Elo-escritora Isabel C S Vargas)

Com alegria, estamos iniciando a captação de textos para o 5º volume das COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS, com a coordenação da Promotora Cultural Pérola Bensabath e edição da Editora Alternativa. 

Neste volume 5, o prefácio estará a cargo dos escritores Alberto Slomp e Yara Regina Franco e estaremos homenageando os escritores Adélia Einsfeldt e José Américo Silva Fontes. 

Pela ampla abrangência, tais publicações são de suma importância para que mais e mais escritores tenham a oportunidade de difundir os seus talentos e seus estilos. 

Além disto, promove a continuidade de um trabalho independente e cooperativado, o que se constitui 
num exercício enriquecedor do escrever, além de  um estímulo à reflexão do seu próprio fazer literário.

Características da obra:
Formato – a obra terá o formato de 16cm x 23cm, papel offset 75mg.
Tema  - serão aceitos temas inéditos ou não, em prosa e verso, com qualquer temática, desde que não transgridam leis, por exemplo: racismo, pedofilia, discriminação. 

Remessa de textos - os textos deverão ser remetidos para o endereço eletrônico:
perolabensabath@hotmail.com, ou para: Rua Frederico Simões, 370 - Ed. Mandarim Salvador Shopping, aptº 1309 – CEP 41.820-774 - Salvador - Bahia, contendo: título do texto, nome ou pseudônimo do autor, endereço completo, e-mails e telefones, além de uma mini biografia do autor.
Telefone para contato - 71-3341​.​3719.

Prazo final para remessa dos textos​ -  05 de agosto de 2016.

Preços por página com direito a um exemplar
à vista: R$ 84,00
2 parcelas mensais de R$ 43,00 = 86,00
3 parcelas mensais de R$ 30,00 = 90,00
4 parcelas mensais de R$ 23,00 = 92,00

Preços por página com direito a dois exemplares 
à vista: R$ 92,00 
2 parcelas mensais de R$ 47,00 = 94,00
3 parcelas mensais de R$ 32,00 = 96,00
4 parcelas mensais de R$ 25,00 = 100,00

Formas de pagamento:
Boleto bancário, cartão de crédito e depósito bancário.
O valor do frete está incluído no preço da página.
Exemplares extras poderão ser repassados por R$ 13,00 a unidade, desde que previamente reservados.

Lançamento da Coletânea – 22 de outubro, sábado, em Salvador e posteriormente na Feira do Livro de Porto Alegre.

Serão aceitos fotos, silhuetas, imagens, que deverão ser publicados em preto e branco.

Assim como fotos de suas obras de arte, para quem for artista plástico. Aceitamos fotos artísticas também. 

Portanto, pretendemos que a edição do volume 5 das COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS possa apresentar, ao público leitor, visões de mundo diversificadas dos autores e contar com a sua efetiva participação. 


COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS EDITORA ALTERNATIVA
Pérola Bensabath Milton J. Pantaleão
Coordenadora Diretor

- A educação pelo abismo (Antonio Ventura)

A EDUCAÇÃO PELO ABISMO
Poemas escolhidos de Antonio Ventura por Antonio Carlos Secchin

Paulista de Ribeirão Preto, Ventura é poeta desde a infância, e fez seu primeiro poema moderno (“Tédio”) aos 14 anos. Do grupo dos chamados “poetas marginais” dos anos 70, época em que viveu no Rio e vendia seus poemas mimeografados no Teatro Ipanema, ele é, na opinião do romancista gaúcho Menalton Braf, “um dos maiores expoentes rimbaudianos entre nós”. Nesta luxuosa antologia, organizada pelo poeta e crítico literário Antonio Carlos Secchin e com prefácio do também poeta Carlos Nejar – ambos da Academia Brasileira de Letras – o melhor da produção poética do autor ganha a companhia de vinte belas ilustrações, assinadas por Francisco Amêndola, Marcos Irine, Tânia Jorge, Divo Marino e Carlos Alberto Paladini, além de 19 desenhos do próprio Ventura.

O catador de abismos, “recolhe poemas cuja tônica é a indagação existencial, a vida humana frente aos limites que a cerceiam, e os desafios para a ultrapassagem desses limites”. Já a última seção, Cantares, reúne as “celebrações de amizade e de amor entoadas pela palavra agregadora do poeta”.  A edição luxuosa, com o melhor da produção poética do premiado paulista de Ribeirão Preto, vem enriquecida por vinte belas ilustrações, assinadas por Francisco Amêndola, Marcos Irine, Tânia Jorge, Divo Marino e Carlos Alberto Paladini, além de 19 do próprio Ventura, que aqui comprova ser também ótimo desenhista.

Frases sobre o autor

(...) o construtivismo de um texto como “Carta-poema para João Cabral de Melo Neto”, onde se lê: “Aprendi com você, João, / que o pássaro é tão mineral / como o pássaro que tento / segurar na folha branca”.  Não se pode dizer que Antonio Ventura subscreva aquele conceito de que o poema seja, em suma, uma cosa mentale. Mas o fato é que os versos acima citados o aproximam de Mallarmé, quando, diante da página em branco, confessou-se algo assustado com o que nela deveria escrever: “Sur de vide papier que la blancheur défend”.E sabe-se que, com ele e Valéry, tem início uma das principais correntes da poesia moderna, a que irá desaguar, justamente, em João Cabral. É nela, numa certa medida, que se inscreve o poeta Antonio Ventura. Ivan Junqueira

 Os chamados poetas marginais dos anos 70 não se constituíram em movimentos literários, e muito menos em uma escola dotada de cânones e princípios estéticos.  Ao contrário, opondo-se aos sistemas repressores políticos (ditadura de 64) ou artísticos, procuraram colocar a vida vivida da poesia acima e ao lado da letra formal e formalizante do poema. Um peregrino dessa poesia vivida foi e é Antonio Ventura. Mário Chamie

Antonio Ventura, o que mais me tocou em seus poemas foram aqueles momentos em que o poeta se deslumbra com as coisas da vida, feito uma criança. Ferreira Gullar

Antonio Ventura sempre foi um poeta diferenciado, desde o início, quando já na adolescência escrevia versos fortíssimos, uma poesia marcante, de asfixia, aquela poesia que vem de dentro do homem, onde o homem deixa residir sua vida, seu poema mais verdadeiro. Esta a poesia de um poeta que compreende a grandeza da poesia e faz da poesia sua própria história. Álvaro Alves de Faria

Antonio Ventura, poeta, pode-se dizer que cumpre seu ofício de forma exemplar. Porque privilegia antes de tudo a memória para recriar a matéria de seu canto. E o faz valendo-se igualmente da imaginação transfiguradora, tornada eficaz pelo vigor da linguagem.
Adriano Espínola
  A poesia de Antonio Ventura nasce de envolvente simplicidade, em gotas de surpresas na forma e nas imagens. Não sei que cor tem a alma. Ninguém sabe. Esse pastor de nuvens consegue, porém, colorir de alma todos os seus versos e se transforma no príncipe das cavalgadas de lágrimas e de sonhos. É poeta. Saulo Ramos

  Antonio Ventura é um dos maiores expoentes rimbaudianos entre nós. Menalton Braff

A poesia de Antonio Ventura, melhor apreciada e visível agora com esta Antologia primorosa, ao ser lida, continuará na imaginação dos leitores, como a foz de um rio de muitas margens. Poesia carregada de surreal, que reúne devaneio e lágrima, poesia que não se acomoda, tenta ultrapassar a morte. Instiga o leitor com imagens jovens, belas, algumas incandescentes. Como se estivesse em círculo, ou o círculo girasse no poeta que insufla sete firmamentos. Musical, imperioso, singular, “escreve” — como ele próprio vaticina — “com fogo nas pedras onde ficará seu nome”. E se insere entre os importantes criadores da poesia brasileira contemporânea.  Carlos Nejar

Serviço

A educação pelo abismo                                                            
Autor: Antonio Ventura
Organizador: Antonio Carlos Secchin
Formato: 15,5cm x 23cm
174 páginas /  R$ 34,90
ISBN: 978-85-7475-258-7
Projeto gráfico e capa: Miriam Lerner

Topbooks Editora e Distribuidora de Livros Ltda.
Telefax: 2233.8718 / 2283.1039

- Café Literário com Marina Gutman Tosta Paranhos

Cartaz Café Literário FINAL internet

Com a participação da escritora Professora Doutora Marina Gutman Tosta Paranhos, que aos 81 anos lança seu primeiro livro "Outrora e Agora", é licenciada em Letras Neolatinas pela Faculdade de Filosofia; Doutora em Letras e Livre Docente em Teoria Literária pela PUCRS; Coordenadora da Área de Teatro do Núcleo de Artes e Cultura da UGF; Diretora Cultural da Academia de Letras Rio - Cidade Maravilhosa, Ex-aluna e estudante da UERJ. Com 50 anos dedicados ao ensino, recentemente recebeu a Medalha Carioca de Educação, um reconhecimento por ter sido destaque entre os profissionais que contribuíram com a educação pública ou privada no município. 

Não perca, Café Literário da UNATI-UERJ, no próximo dia 13/11, Rua São Francisco Xavier, 52 ​- 10º andar Bloco F Sala 10.136, Campus da UERJ - Maracanã - Rio - RJ.

Fonte: Beatriz Dutra – Presidente da Academia de Letras Rio - Cidade Maravilhosa

- Homenagem póstuma ao General Jaborandy

MORRE GENERAL JABORANDY-EXÉRCITO BRASILEIRO-NO-HAITI

Homenagem póstuma nº 6032

Por Sílvia Araújo Motta/BH/MG/Brasil

M-Morre Oficial General de Divisão, (57 anos)
O-O Exmo. Sr. José Luiz Jaborandy Júnior,
R-Reconhecido Comandante de Missão da ONU;
R-Residia no Haiti, desde março de 2014.
E-Exército Brasileiro está de luto nacional!
 
G-Garantiu desempenho, dedicação, humildade,
E-E o diferencial do AMOR à PROFISSÃO MILITAR.
N-Nascido em 1958, casado, ingressou no Exército,
E-Em 1976! Formou-se Oficial de Infantaria(1979)
R-Referência atualmente, na MINUSTAH-HAITI,
A-Aprovada pela Resolução Nº 1542/2004, ONU
L-Levando Tropas e Policiais para a Missão de Paz
 
J-Jovens e profissionais que podem contribuir com
A-A Segurança do cidadão local e ordem democrática;
B-Bem-sucedidos, contra gangues que agiam livres,
O-O contingente multinacional também atuou
R-Resgatando a emergência Humanitária, em 2010,
A-Após o terremoto, durante a fase crítica local.
N-No Parlamento, JABORANDY atuou na ONUCA
D-Da América Central, em 1991; na ONUSA-El Salvador:
Y-Yes, em 1992. Fez Cursos no Brasil e em Portugal.

---AGORA, QUE ELE DESCANSE EM PAZ NA ETERNIDADE!---

Belo Horizonte, 31 de agosto de 2015.

Sílvia Araújo Motta é humanista-Agente da PAZ e da CULTURA-Escritora-Autora de oito mil poemas-acrósticos em 45 livros solo em quatro idiomas. Participou de 167 Antologias/Coletâneas coletivas. Escreveu quatro mil TROVAS, quinhentos SONETOS clássicos, sáficos,  heroicos à moda de CAMÕES(Portugal) e PETRARCA (Itália). Profa. Dra. em Filosofia, Aposentada Pedagogista, Professora em Língua e Literatura Portuguesa e Inglesa. Presidente do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa/ANICAL desde 2000; Pertence a 27 Academias de Letras,Ciências, Artes e Ciência Política, no Brasil e exterior. Diretora de Relações Institucionais da ACADEMEIA DE LETRAS DO BRASIL- Presidente -fundadora da ALB-MG e VIce-Presidente da ALB-RMBH-MG. Seiscentas condecorações e premiações comprovadas! Palestrante em quase todos os Estados do Brasil.

Fonte: http://academiadeletrasdobrasildeminasgerais.blogspot.com.br/2015/08/fibra-de-heroi.html

- Programação da FALARJ - Setembro 2015

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FEDERAÇÃO DAS ACADEMIAS DE LETRAS E ARTES

DO RIO DE JANEIRO (FALARJ)

Programação para SETEMBRO de 2015, 16h

Dia 01, 3ª feira = TROVA: Palestra da Presidente da FALARJ Prof. Maria Amélia A. Palladino sobre "O Rio de Janeiro em crônicas e contos de Machado de Assis".

Dia 02, 4ª feira = CEARENSE: Palestra do Vice Presidente da ACCLARJ Mario Bezerra Pontes sobre “Aconteceu há 100 anos”.

Dia 03, 5ª feira = Dia vago

Dia 04, 6ª feira = CIDADE MARAVILHOSA /CIÊNCIAS SOCIAIS: Sem informação.

Dia 07, 2ª feira = FERIADO Independência do Brasil

Dia 08, 3ª feira = INTERNACIONAL: Arte em todas as dimensões.

Dia 09, 4ª feira = CEBLA: Palestra de Gerdal Renner dos Santos com o tema “Lembrando a Rádio Nacional”. Comemorações do Dia Independência do Brasil e Dia do Soldado.

Dia 10, 5ª feira = ABBA: Sem informação.

Dia 11, 6ª feira= APALA: CANTANDO POESIA - canto, declamação, apresentação musical, por canto ou instrumento por parte de todos os presentes.

Dia 14, 2ª feira = ALAP: Palestra do escritor Salvador Pereira Matos (Sapema) sobre “Machado de Assis do romance à poesia”.

Dia 15, 3ª feira= LUSO-BRASILEIRA (17h): Palestra de Paulo Roberto Pereira sobre “Gonzaga – de Marília aos poemas africanos”.

Dia 16, 4ª feira = CORDEL: Sem informação.

Dia 17, 5ª feira= ACLERJ: Palestra da Prof. Lucia Nascimento sobre “Vida e obra de José Saramago”.

Dia 18, 6ª feira= GUANABARINA /CULTURA LATINA: Sem informação.

Dia 21, 2ª feira = InBrasCI / AMPLA: Palestra do Vice-Presidente do InBrasCI Acadêmico Elvandro Burity: “Trinta Anos Sem Cora Coralina”; Outorga da Medalha “Cora Coralina” e apresentação Artística, sob a batuta de Antônio Moreira.

Dia 22, 3ª feira = dia vago

Dia 23, 4ª feira= LITERATURA: Reunião administrativa

Dia 24, 5ª feira = *ABRACE (16h): Não haverá reunião.

* SINDICATO DOS ESCRITORES (18h30min): Sem informação.

Dia 25, 6ª feira = * FALARJ (15h): ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA FALARJ.

*ABTL (Teológica) (18h30min): Sem informação.

Dia 28, 2ª feira= AJEB: Sem informação.

Dia 29, 3ª feira = LITERATURA: Homenagem a Edmo Rodrigues Lutterbach que ocupou a cadeira n° 20 de Gregório de Matos da ABDL, 1ª Palestra de Celi Luz sobre “Presença feminina nas raízes da poesia”, 2ª palestra da Acad Franci Machado Darigo escritora com vários livros publicados e ex-presidente do Instituto Histórico Geográfico de Niterói especialista em historiografia.

Dia 30, 4ª feira = ADABL (15h): Palestra de Gerdal do Santos sobre “Rádio Nacional”.

Não deixem de prestigiar as reuniões. Sua presença será a maior retribuição ao nosso trabalho acadêmico.

Acad. Maria Amélia Amaral Palladino – Presidente

Rua Teixeira de Freitas, nº. 05/ 3º andar/ sala 303 - Passeio Público

CEP: 20021-350 - Rio de Janeiro - Brasil Telefone: (21) 2252-7705

E-mail: federacao.falarj@hotmail.com - Fundada em 15/ 08/ 2003.

- Premiação da 1ª Olimpíada de Leitura Exposição Aldravinturas da ALACIB.

A Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil realizou reunião solene em 22 de Agosto de 2015, no auditório do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFOP, às 16 horas. "Duas cartas, uma história de afeto: Alberto de Oliveira e António Nobre": esse foi o tema da palestra do acadêmico e professor da UFOP, José Luiz Foureaux de Souza Júnior. O palestrante abordou o embate afetivo entre dois seres, como motivo de curiosidade, admiração e, por vezes, decepção. O que se apresentará será um conjunto de ilações a partir de indícios que se espraiam em duas cartas trocadas entre os poetas portugueses, ambos estudantes em Coimbra, Alberto de Oliveira e António Nobre. O seu tempo, as suas condições - sociais, morais, culturais - têm papel decisivo na consolidação da amizade que os une.
A ALACIB deu posse presencial a Membros Correspondentes: Sebastião Fonseca e Silva, jornalista, e Levy de Figueiredo Gomide (Viko Uai Gomide), poeta, representantes da cidade de Santa Bárbara - MG.
A ALACIB fez entrega da premiação da 1ª Olimpíada da Leitura do 'Projeto Poesia Viva', realizada em escolas de distritos da Rede Municipal de Ensino de Mariana. Os alunos vencedores receberam Medalha, Certificado e premiação em dinheiro. 1º lugar - Renielle Bárbara Ferreira Gomes (9º ano). 2º lugar - Liciane Alvernaz Pena (9º ano), ambas da E.M. Antônio Gabriel de Carvalho (Distrito: Cláudio Manuel). 3º lugar - Gustavo Henrique da Silva (8º ano), aluno da E.M. Paracatu de Baixo. A professora de Língua Portuguesa, destaque na 1ª Olimpíada da Leitura, ALINE CRISTINA FERREIRA, recebeu a Medalha e do Diploma de Mérito Cultural e Educacional. A E.M. Antônio Gabriel de Carvalho, destaque no certame, recebeu a Medalha de Mérito Cultural da ALACIB.
A Presidente fundadora da ALACIB, Andreia Donadon Leal, finalizou a reunião convidando os presentes para visitarem mostra da Exposição Aldravinturas.

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Por: Andreia Donadon Leal - Deia Leal (Mestre em Literatura  pela UFV)

jbdonadon@jornalaldrava.com.br

- Movimento Aldravista abre exposição em Brasília

“ALDRAVINTURAS – muita cor, nenhum Limite!”

À primeira vista, pontos, gotas, manchas, borrões. Aos poucos, o olhar mais demorado vai revelando sentidos construídos por tramas de traços coloridos.

A coleção“ALDRAVINTURAS – muita cor, nenhum limite”, da artista plástica mineira aldravista de Mariana, Deia Leal, convida o público ao diálogo e à livre interpretação. O espectador vai precisar de sensibilidade e de olhar demorado, para tentar desvendar as manchas e intervenções propostas pela autora.

São obras inusitadas, que passeiam por paisagens devastadas e floridas de Minas Gerais, e finalmente, intervenções artísticas em peças de roupas de pessoas falecidas, ou homenageadas pela artista.

Os quadros, construídos com acrílica e nanquim, são resultado de uma explosão de cores, apoiadas em suportes diversos como tela de algodão, papel cartão, eucatex e peças de roupas.

A artista faz parte de um grupo de filósofos, artistas e de poetas que criou o Movimento Mineiro de “Arte Aldravista”. A proposta visual alia o conceito à superação do traço, abdica-se da figuração para buscar conceituação na experimentação extrema do signo indicial de Charles Sanders Pierce (1839-1914), em que a proposição metonímica instala-se na contiguidade como propulsora da significação. A artista lança, ainda, uma nova proposta de arte sobre papel cartão, em que manchas sincronizadas pelas elaborações de jogos tonais e de padrões simbólicos da cultura das cores, aliados à erupção de temas pré-estabelecidos, fazem borbulhar narrativas. A exposição completa de uma paisagem é redundância; por isso, a ALDRAVINTURA é metonímica, é apenas uma porção insinuadora de alguma totalidade, é inicial e provocativa; é densa de proposição discursiva e instiga o espectador a construir uma narrativa do cotidiano, contígua à das políticas governamentais e pessoais que guiam os destinos das sociedades. Seja pelas significações simbólicas das cores, seja pelas cenas enunciativas dos discursos sociais de ocupação dos espaços pictóricos, a ALDRAVINTURA é uma proposta de arte que faz pensar, que exige leitura e referenciação, bem ao estilo Aldravista de fazer arte – indica um caminho (toda aldravintura tem título) e deixa o espectador segui-lo, segundo suas opções e escolhas.

Aldravismo - Sinônimo de liberdade, a arte aldravista faz referência à superação de barreiras formais de produção e expressão, à possibilidade de ousar e de criar conceitos novos. Nascido na cidade de Mariana, no ano 2000, o Aldravismo é um movimento de escritores, filósofos e artistas visuais que propõe interpretações inusitadas de eventos cotidianos. A aldrava, argola de ferro utilizada antigamente para bater nas portas, é o símbolo do movimento. Além da liberdade, o ALDRAVISMO tem outro pilar: a metonímia. Trazida da literatura para as artes plásticas, a figura de linguagem, que relaciona o todo e a parte, ganhou uma interpretação plástica e chegou às telas na forma de supressão de elementos. Não se pretende mostrar uma totalidade, mas apresentar indícios. Nas experimentações metonímicas de Deia Leal não são mostrados objetos inteiros, mas manchas, pinceladas que insinuam a intencionalidade da artista sem, contudo, impor o sentido final. O significado de cada obra será construído conjuntamente pelo espectador, conforme sua vivência, sua bagagem existencial.

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2DEIA LEAL (Andreia Donadon Leal) é poeta, contista, cronista, artista plástica, uma das criadoras da “aldravia”. Licenciada em Letras pela UFOP, Pós-graduada em Artes Visuais - Cultura e Criação, Mestre em Literatura pela UFV. Diretora de Projetos Culturais da Aldrava Letras e Artes, Presidente Fundadora da ALACIB e da ABRAAI. Membro da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais, e da Academia Feminina Mineira de Letras.

Autora dos seguintes livros. : 1- Nas Sendas de Bashô (quase!-haicais); 2- Cenário Noturno (poesia); 3- Aldravismo: uma proposta de arte metonímica (ensaio); 4- Ventre de Minas (poesia: Ventre); 5- Aldravias em Germinais (poesia); 6- Flora: amor, demência e outros contos (conto). 7- Essências: sonhos e frutos e luzes (poesia); 8-Depois de Minha Morte (romance) 9- Pés no Chão (crônicas). 10 – Megalumens (aldravias). 11 – Brevidades (crônicas). 12- Os quatro Meninos (literatura infantojuvenil). 13- As quatro Meninas (literatura infantojuvenil). 14- Aldravismo: uma proposta de arte metonímica. 15- Inverno: uma estação em três turnos(aldravias).

Participou de exposições coletivas internacionais representando o estado de Minas Gerais na: Espanha, Itália, Áustria, Polônia, Alemanha, República Dominicana, Argentina, México, República Tcheca, China, Tailândia, Hungria, Eslováquia, Portugal, Chile (Museu Pablo Neruda), França (Museu do Louvre). Exposições Individuais: em Mariana, Itabira, Viçosa, Juiz de Fora, Santa Bárbara, Belo Horizonte, e em setembro de 2015, no Espaço Cultural do Superior Tribunal de Justiça – DF – Brasília, coma exposição “Aldravinturas: muita cor, nenhum limite”. Medalha de Bronze da Academia de Artes, Ciências e Letras da França, fundada em 1915, em Paris, pelos relevantes serviços prestados às letras e às artes. Recebeu em 2012, a Medalha de Ouro da Academia de Mérito e Devoção Francesa – sob a égide da República Francesa, no Círculo Republicano de Paris, em março de 2012.

Por: JB Donadon - jbdonadon@jornalaldrava.com.br