- E se você fosse convidado para o seu próprio funeral?

Este vídeo foi publicado em 04 Abr 2014, ultrapassando a marca de 3.112.604 visualizações em apenas umasemana. 
Trata-se de uma campanha para diminuir o excesso de velocidade nas estradas. 
Praticamente ninguém sente que é perigoso dirigir em excesso de velocidade, no entanto, o resultados são trágicos ferindo espiritualmente e fisicamente centenas de pessoas a cada ano. E tendemos ainda a ignorar as muitas vidas de pessoas próximas a nós que são devastadas da mesma maneira.
Para abrandar os seus entes queridos antes que seja tarde demais, as pessoas neste filme foram convidaram por amigo "excesso de velocidade" para um encontro, sem saber que tratava-se de seu próprio funeral. 
Fica o registro como ensinamento, fica o convite para diminuir a sua velocidade.
Meu fraterno abraço.

- A Influência dos espíritos em nossas vidas

Allan Kardec coloca na pergunta 459 do Livro dos Espíritos um questionamento sobre esse assunto nos seguintes termos: “Os espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações?” Reposta: “A esse respeito sua influência é maior do que credes, porque, frequentemente, são eles que vos dirigem".
Este vídeo foi apresentado no programa Transição e Fraternidade Francisco de Assis em 19/02/2013. com o tema: A Influência dos espíritos em nossas vidas. 
São convidados: Alberto Almeida, João Lourenço Navajas, Ercília Zilli, Mario Mas, Milton Felipeli, Marlene Nobre, Suely Caldas Schubert.- A Influência dos espíritos em nossas vidas

- 13 de Abril - Dia do Hino Nacional Brasileiro

O Hino Nacional Brasileiro é um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil, conforme estabelece o art. 13, § 1.º, da Constituição do Brasil e tem a letra de Joaquim Osório Duque Estrada e música de Francisco Manuel da Silva.

A música do hino foi inicialmente composta para banda de música pelo Tenente Antônio Pinto Júnior tendo a orquestração de Antônio de Assis Republicano. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno sendo proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais do hino. A propriedade plena e definitiva da letra do hino foi adquirida por 5:000$ (cinco contos de réis), pelo decreto n.º 4.559 de 21 de agosto de 1922 pelo presidente Epitácio Pessoa e oficializado pela lei n.º 5.700, de 1 de setembro de 1971.

Pintura de Augusto Bracet retrata Dom Pedro I em 1822 compondo o Hino Nacional, hoje Hino da Independência.

Sobre a composição, chamada inicialmente de "Marcha Triunfal", composta para comemorar a Independência do país, recebeu duas letras. A primeira letra, composta quando Dom Pedro I abdicou do trono, tendo a autoria de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, sendo cantada pela primeira vez, juntamente com a execução do hino, no cais do Largo do Paço (ex-Cais Pharoux, atual Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro), a 13 de abril de 1831, em desacato ao ex-imperador que embarcava para Portugal.

A letra dizia o seguinte:amp@ssos

Os bronzes da tirania
Já no Brasil não rouquejam;
Os monstros que o escravizavam
Já entre nós não vicejam.

(estribilho)

Da Pátria o grito
Eis que se desata
Desde o Amazonas
Até o Prata

Ferrões e grilhões e forcas
D'antemão se preparavam;
Mil planos de proscrição
As mãos dos monstros gizavam.

Por esta razão, o hino passou a se chamar "Hino ao 7 de abril" em alusão à abdicação de Dom Pedro I.

Já a segunda letra, na época da coroação de Dom Pedro II, é de autoria desconhecida, e dizia:

Negar de Pedro as virtudes
Seu talento escurecer
É negar como é sublime
Da bela aurora, o romper.

Após a Proclamação da República em 1889, um concurso foi realizado para escolher um novo Hino Nacional. A música vencedora, entretanto, foi hostilizada pelo público e pelo próprio Marechal Deodoro da Fonseca. Esta composição ("Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!...") seria oficializada como Hino da Proclamação da República do Brasil, e a música original, de Francisco Manuel da Silva, continuou como hino oficial. Somente em 1906 foi realizado um novo concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, sendo vencedor o poema de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909, mais tarde oficializado pelo Decreto do Presidente Epitácio Pessoa em 1922 e permanece até hoje.

Fontes:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/hino.htm

http://www.hinonacionalbrasileiro.net/significado-hino-nacional.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_Nacional_Brasileiro

Wayne Tobelem dos Santos - Compreendendo os hinos brasileiros