Foto da capa

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- Seja a luz do amor a força para prosseguirmos...

Seja a luz do amor a força para prosseguirmos sem esmorecer.
Ainda que haja quem duvide, ainda que haja quem pense poder atrapalhar esse caminho que temos trilhado tão bonito, cheio de lições aprendidas e de outras mais por entender.
Seja essa luz a força pela qual sempre haverá um levantar para cada tropeço e queda, sempre um alvorecer esperançoso.
Para cada vez que algo em nós, por ser tão dura a vida, acabar por anoitecer, que o amor acorde, dia a dia.
Um mundo melhor, inteirinho.
Um mundo que dê gosto na gente, de em paz nele viver.

Por Gi Stadnicki.
Fonte: www.mensagemespirita.com.br

- Palestra acerca da Literatura de Astrid Cabral - Poeta e Contista

A Associação Nacional de Escritores tem a satisfação e a alegria de convidá-lo a participar da Quinta Literária da ANE que ocorrerá aos 23 de junho de 2016, às 20h, em Brasília (DF). Na ocasião, o escritor Diego Mendes Sousa proferirá palestra intitulada, Astrid Cabral: Ser D'Água Doce.


Associação Nacional de Escritores — ANE SEPS EQS 707/907 Bloco F, Ed. Escritor Almeida Fischer, Asa Sul, Brasília DF - 70390-078
Fones: (61) 3244-3576 / (61) 3242-3642 / (61) 3443-8207

- Convite para o 5º volume das COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS

“É através da escrita que oportunizamos um novo sentido”.
(Elo-escritora Isabel C S Vargas)

Com alegria, estamos iniciando a captação de textos para o 5º volume das COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS, com a coordenação da Promotora Cultural Pérola Bensabath e edição da Editora Alternativa. 

Neste volume 5, o prefácio estará a cargo dos escritores Alberto Slomp e Yara Regina Franco e estaremos homenageando os escritores Adélia Einsfeldt e José Américo Silva Fontes. 

Pela ampla abrangência, tais publicações são de suma importância para que mais e mais escritores tenham a oportunidade de difundir os seus talentos e seus estilos. 

Além disto, promove a continuidade de um trabalho independente e cooperativado, o que se constitui 
num exercício enriquecedor do escrever, além de  um estímulo à reflexão do seu próprio fazer literário.

Características da obra:
Formato – a obra terá o formato de 16cm x 23cm, papel offset 75mg.
Tema  - serão aceitos temas inéditos ou não, em prosa e verso, com qualquer temática, desde que não transgridam leis, por exemplo: racismo, pedofilia, discriminação. 

Remessa de textos - os textos deverão ser remetidos para o endereço eletrônico:
perolabensabath@hotmail.com, ou para: Rua Frederico Simões, 370 - Ed. Mandarim Salvador Shopping, aptº 1309 – CEP 41.820-774 - Salvador - Bahia, contendo: título do texto, nome ou pseudônimo do autor, endereço completo, e-mails e telefones, além de uma mini biografia do autor.
Telefone para contato - 71-3341​.​3719.

Prazo final para remessa dos textos​ -  05 de agosto de 2016.

Preços por página com direito a um exemplar
à vista: R$ 84,00
2 parcelas mensais de R$ 43,00 = 86,00
3 parcelas mensais de R$ 30,00 = 90,00
4 parcelas mensais de R$ 23,00 = 92,00

Preços por página com direito a dois exemplares 
à vista: R$ 92,00 
2 parcelas mensais de R$ 47,00 = 94,00
3 parcelas mensais de R$ 32,00 = 96,00
4 parcelas mensais de R$ 25,00 = 100,00

Formas de pagamento:
Boleto bancário, cartão de crédito e depósito bancário.
O valor do frete está incluído no preço da página.
Exemplares extras poderão ser repassados por R$ 13,00 a unidade, desde que previamente reservados.

Lançamento da Coletânea – 22 de outubro, sábado, em Salvador e posteriormente na Feira do Livro de Porto Alegre.

Serão aceitos fotos, silhuetas, imagens, que deverão ser publicados em preto e branco.

Assim como fotos de suas obras de arte, para quem for artista plástico. Aceitamos fotos artísticas também. 

Portanto, pretendemos que a edição do volume 5 das COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS possa apresentar, ao público leitor, visões de mundo diversificadas dos autores e contar com a sua efetiva participação. 


COLETÂNEAS ELOS LITERÁRIOS EDITORA ALTERNATIVA
Pérola Bensabath Milton J. Pantaleão
Coordenadora Diretor

- A educação pelo abismo (Antonio Ventura)

A EDUCAÇÃO PELO ABISMO
Poemas escolhidos de Antonio Ventura por Antonio Carlos Secchin

Paulista de Ribeirão Preto, Ventura é poeta desde a infância, e fez seu primeiro poema moderno (“Tédio”) aos 14 anos. Do grupo dos chamados “poetas marginais” dos anos 70, época em que viveu no Rio e vendia seus poemas mimeografados no Teatro Ipanema, ele é, na opinião do romancista gaúcho Menalton Braf, “um dos maiores expoentes rimbaudianos entre nós”. Nesta luxuosa antologia, organizada pelo poeta e crítico literário Antonio Carlos Secchin e com prefácio do também poeta Carlos Nejar – ambos da Academia Brasileira de Letras – o melhor da produção poética do autor ganha a companhia de vinte belas ilustrações, assinadas por Francisco Amêndola, Marcos Irine, Tânia Jorge, Divo Marino e Carlos Alberto Paladini, além de 19 desenhos do próprio Ventura.

O catador de abismos, “recolhe poemas cuja tônica é a indagação existencial, a vida humana frente aos limites que a cerceiam, e os desafios para a ultrapassagem desses limites”. Já a última seção, Cantares, reúne as “celebrações de amizade e de amor entoadas pela palavra agregadora do poeta”.  A edição luxuosa, com o melhor da produção poética do premiado paulista de Ribeirão Preto, vem enriquecida por vinte belas ilustrações, assinadas por Francisco Amêndola, Marcos Irine, Tânia Jorge, Divo Marino e Carlos Alberto Paladini, além de 19 do próprio Ventura, que aqui comprova ser também ótimo desenhista.

Frases sobre o autor

(...) o construtivismo de um texto como “Carta-poema para João Cabral de Melo Neto”, onde se lê: “Aprendi com você, João, / que o pássaro é tão mineral / como o pássaro que tento / segurar na folha branca”.  Não se pode dizer que Antonio Ventura subscreva aquele conceito de que o poema seja, em suma, uma cosa mentale. Mas o fato é que os versos acima citados o aproximam de Mallarmé, quando, diante da página em branco, confessou-se algo assustado com o que nela deveria escrever: “Sur de vide papier que la blancheur défend”.E sabe-se que, com ele e Valéry, tem início uma das principais correntes da poesia moderna, a que irá desaguar, justamente, em João Cabral. É nela, numa certa medida, que se inscreve o poeta Antonio Ventura. Ivan Junqueira

 Os chamados poetas marginais dos anos 70 não se constituíram em movimentos literários, e muito menos em uma escola dotada de cânones e princípios estéticos.  Ao contrário, opondo-se aos sistemas repressores políticos (ditadura de 64) ou artísticos, procuraram colocar a vida vivida da poesia acima e ao lado da letra formal e formalizante do poema. Um peregrino dessa poesia vivida foi e é Antonio Ventura. Mário Chamie

Antonio Ventura, o que mais me tocou em seus poemas foram aqueles momentos em que o poeta se deslumbra com as coisas da vida, feito uma criança. Ferreira Gullar

Antonio Ventura sempre foi um poeta diferenciado, desde o início, quando já na adolescência escrevia versos fortíssimos, uma poesia marcante, de asfixia, aquela poesia que vem de dentro do homem, onde o homem deixa residir sua vida, seu poema mais verdadeiro. Esta a poesia de um poeta que compreende a grandeza da poesia e faz da poesia sua própria história. Álvaro Alves de Faria

Antonio Ventura, poeta, pode-se dizer que cumpre seu ofício de forma exemplar. Porque privilegia antes de tudo a memória para recriar a matéria de seu canto. E o faz valendo-se igualmente da imaginação transfiguradora, tornada eficaz pelo vigor da linguagem.
Adriano Espínola
  A poesia de Antonio Ventura nasce de envolvente simplicidade, em gotas de surpresas na forma e nas imagens. Não sei que cor tem a alma. Ninguém sabe. Esse pastor de nuvens consegue, porém, colorir de alma todos os seus versos e se transforma no príncipe das cavalgadas de lágrimas e de sonhos. É poeta. Saulo Ramos

  Antonio Ventura é um dos maiores expoentes rimbaudianos entre nós. Menalton Braff

A poesia de Antonio Ventura, melhor apreciada e visível agora com esta Antologia primorosa, ao ser lida, continuará na imaginação dos leitores, como a foz de um rio de muitas margens. Poesia carregada de surreal, que reúne devaneio e lágrima, poesia que não se acomoda, tenta ultrapassar a morte. Instiga o leitor com imagens jovens, belas, algumas incandescentes. Como se estivesse em círculo, ou o círculo girasse no poeta que insufla sete firmamentos. Musical, imperioso, singular, “escreve” — como ele próprio vaticina — “com fogo nas pedras onde ficará seu nome”. E se insere entre os importantes criadores da poesia brasileira contemporânea.  Carlos Nejar

Serviço

A educação pelo abismo                                                            
Autor: Antonio Ventura
Organizador: Antonio Carlos Secchin
Formato: 15,5cm x 23cm
174 páginas /  R$ 34,90
ISBN: 978-85-7475-258-7
Projeto gráfico e capa: Miriam Lerner

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