Foto da capa

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- GUERRA NUCLEAR - Um Fantasma do Passado ou um Pesadelo para o Futuro?

Rio de Janeiro – É possível sobreviver, como Nação, a um Conflito Nuclear Severo com mais de 3 mil Megatons? É possível, ao menos, sobreviver?

O Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército (CEPHiMEx), realiza a palestra da serie "De Olhos e Ouvidos na História" com o tema: GUERRA NUCLEAR - Um Fantasma do Passado ou um Pesadelo para o Futuro? A mesma será proferida pelo Sr. Guilherme Pereira, Pesquisador Associado do CEPHiMEx.

Data: 19/03/2015

Hora: 14:00 às 16:30

Local: Auditório do CEPHiMEx – Rua General Canabarro 731 Maracanã – RJ

guerra nuclear

 

- Defesas contra o amor (OBVIOUS)

Ninguém pode obrigar-se a amar ou a tal ponto valorizar o amor do outro que isso venha a lhe causar transtornos com respeito aos seus próprios sentimentos de amor.

Mas, pergunto-me se não estará bastante difundida por aí a ideia de que precisamos, no fundo, defendermo-nos do amor quando ele aparece em vasos que não nos agradam.
Minha parca experiência me diz que, em questões de amor, ficar discutindo conceitos ou generalidades pode trazer mais danos do que ganhos àqueles que se dispõem a trilhar o caminho da alegria e da dor em busca de amor.
Essa conclusão me veio recentemente ao reparar que, sempre que discutimos conceitos, tendemos a encastelar-nos em arcabouços teóricos que no fundo só servem mesmo para guardar-nos de nossos reais sentimentos. Justificamos as presenças ou as ausências em nossas vidas como se elas tivessem fundamentos racionais quando são meras escolhas, muitas vezes idiossincráticas.
Por outro lado, venho notando que o amor simplesmente se impõe a quem ama e a quem é amado. Ele parece surgir, nesse sentido, sob a forma de atitudes que acontecem, pura e simplesmente, e que fazem com que os indivíduos mal pareçam saber o que fazem.
Pode parecer exagero, mas certos sentimentos de amor levam o amante a arriscar a própria vida pelo amado. Outras vezes levam o amante a negar-se continuamente em benefício do outro. Há situações de amor que levam quem ama ao paroxismo de defender aquilo em que não acredita – em nome do amado. Só citei renúncias, neste parágrafo. Mas o amor não supõe apenas renúncias, é claro.
Diante de tais atitudes, o amado vê-se diante de um dilema. Como fazer para retribuir (caso não ame de volta)? Como fazer para não aproveitar-se da situação (caso envolva interesses variados)? Como fazer para o amado resguardar a si mesmo e ao outro? Muitos dos dilemas que surgem quando uma pessoa ama outra dizem respeito a defesas de um contra o outro.
Mas há defesas outras, também. Como dizer que não se ama de volta sem conhecer o outro. Como afirmar que o outro não sente amor, só finge que sente. Como afirmar conceitos variados para defender-se de situações incômodas, que podem jogar muito a perder. Quem é amado tem tudo ao seu dispor, mas ao mesmo tempo fica na defensiva. Ser amado exige uma responsabilidade bastante grande para determinado tipo de pessoas. Noto que, com o passar do tempo, até a geleira mais inexpugnável tende a se quebrar. Que pessoas que não conseguiam se entender de forma alguma podem, devidamente orientadas, se juntar de tal forma que mal consigam ser compreendidas em separado. Sei também que determinados processos de crescimento podem aproximar opostos, assim como afastar amigos do peito. E o amor é um fenômeno que passa por processos desse tipo.
Fato é que, se o amor é verdadeiro, o maior prejudicado ao não enxergá-lo pode não ser quem ama, mas quem é amado. Pois mesmo que haja motivos mais do que suficientes para quem é amado negar o amor dado, uma cegueira irresponsável diante do que acontece pode fazer o amado perder a oportunidade de aprender mais sobre amores atuais e futuros. Nesse sentido, todos perdem. Por fechar as porteiras antes do tempo.
Ninguém deveria sentir-se acuado pelo amor. Mas a sociedade contemporânea é pródiga em riscos a quem simplesmente se expõe. Nesse sentido, criar defesas é quase natural. 
Problema é quando o foco na defesa deixa-nos incapazes de enxergar os olhares à nossa volta, que podem querer quase excessivamente o nosso bem. Aí perdemos tudo o que há de bom – magoamos e além de tudo nos esquecemos da maior lição do amor: a entrega. 
Entregar-se não é para qualquer um, nós bem sabemos. Mas pode ser.

"Defesas contra o amor" é uma matéria postada no Obvious, assinada por CONTRERAMAN.
http://lounge.obviousmag.org/o_olhar_amor_na_arte_apos_o_fim_da_arte_e_da_filosofia/2015/02/defesas-contra-o-amor.html











- Carlos Drummond de Andrade

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Carlos Drummond de Andrade (Itabira, 31 de outubro de 1902Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1987) foi um poeta, contista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX

- O maior problema é o nada da vida!


Ninguém sabe nada de nada. Quem diz que sabe é pretensioso e tolo. Afinal, quem controla o quê?
Literalmente, conforme disse Jesus, não posso acrescentar sequer um metro a mais ao curso de meu caminhar na Terra.
Num minuto está tudo bem. No outro um tufão de tristeza e emoções podem simplesmente dar contra a nossa existência.
Entretanto, quando existem razões objetivas para a dor, ainda está tudo bem. 
O duro é quando você olha e se pergunta: Mas o que houve de fato aqui que possa explicar o volume de dor e problemas que gerou?
Sim! Pois, o maior problema é o que não existe!
Ora, o problema existente tem solução objetiva e simples, até mesmo quando não tem solução... Em tal caso, é deixar, pois, a não solução já é a solução.
Porém o problema inexistente somente existe em um lugar no qual não há critérios de mensurabilidade: o interior e a subjetividade.
A questão é que a maior parte dos problemas nasce do que não é ou não existe de modo real e objetivo!
Sim! São problemas de comunicação ou excessos de interpretação!
Sim! São problemas relacionados ao que se disse ter perdoado sem que se tenha jamais perdoado!
Sim! São desejos e antipatias inconscientes e que se transformam em guerra sem sentido!
Sim! São disputas inconscientes por razão e razão!
Sim! São projeções e transferências que são feitas e que pintam o outro de diabo!
Sim! Problemas inexistentes são o diabo nas entrelinhas!
Quando você estiver apoquentado, antes de tudo se pergunte: Qual o nível de existência desse problema?
Ora, na realidade a maioria dos problemas não resiste sequer à resposta objetiva que se possa dar a tal
questão!
Assim, não se enrole nos novelos que não existem, pois, de fato, tais linhas invisíveis são as que mais nos prendem ao nada que se apresenta a nós com o poder do tudo, embora nada seja.
Pense nisto!

Autor desconhecido
Fonte: http://www.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-video/689/o-maior-problema-e-o-nada-da-vida

- Além das Palavras

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Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm as rosas!
Dê quem você ama asas para voar raízes para voltar e motivos para ficar...
Não viva no passado não sonhe com o futuro concentre a mente no momento presente...
E se choras por ter perdido o sol,as lágrimas não te deixarão ver as estrelas...
Os olhos são as janelas do sentimento.
O sorriso mente, mas os olhos entregam...
O que as palavras não dizem.
Os olhos falam.
O bem que você faz será esquecido...
Faça o bem mesmo assim.
A melhor saída é seguir em frente.
Ame alguém,quando esse alguém menos merecer,
pois é nesse momento que esse alguém...
mais precisa do seu amor...
Não ame pela beleza, um dia acaba...
Não ame por admiração,um dia você se decepciona...
Apenas ame pois o tempo não apaga.
A vida é como um espelho obtemos os melhores resultados,quando sorrimos.
Não viva esperando a tempestade passar,aprenda a dançar na chuva.
A vida é um livro e viver é como escrever sem borracha.
Você não pode voltar e fazer um novo começo...
Você pode sim mudar,e fazer um novo FIM.

Autor desconhecido

Fonte texto : http://www.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-video/78/alem-das-palavras         

Fonte Imagem: Internet