Foto da capa

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- CURSO DE EMERGENCIA PARA RADIOAMADORES - CAER



Curso de nível técnico, em dois níveis:

1 - Curso para técnicos estaduais, municipais e voluntários, com 2 horas de duração informando a respeito da Rede Nacional de Emergência de Radioamadores-RENER, sobre radioamadorismo e explicando detalhadamente a Portaria Ministerial que disponibilizou este tipo de comunicação à comunidade.

2 - Curso para radioamadores (qualquer classe), com 4 horas de duração, apresentando o Projeto RENER, discutindo e tirando dúvidas sobre a legislação pertinente. Os radioamadores são orientados sobre a melhor maneira de agir quando estiverem atuando em uma situação de desastre.

Maiores Informações:Tel. 55 30274510Cel. 55 91810916 Ronimar Costa dos Santos PU3CVB

- JORNAIS NACIONAIS

JORNAL

A Gazeta (ES)

A Gazeta (Acre)

A Notícia (Joinville)

A Tarde (Salvador)

A Tribuna (Santos)

Correio Braziliense

Correio do Povo (P. Alegre)

Correio Popular (Campinas)

Cruzeiro do Sul (Sorocaba)

Diário da Manhã (Goiânia)

Diário do Grande ABC

Estadão (SP)

Folha da Manhã (MG)

Folha da Tarde (São Paulo)

Folha de Niterói

Folha Online

Diário do Nordeste

Gazeta de Alagoas

Gazeta Online (Vitória)

Jornal da Cidade (Rio Claro)

Jornal de Santa Catarina

Jornal do Comércio (P. Alegre)

Jornal do Comércio (Recife)

Jornal do Comércio (Rio)

O Estado de Minas

O Globo

O Liberal (Belém)

O Norte (João Pessoa)

O Norte (João Pessoa)

O Popular (Goiânia)

O Povo (Fortaleza)

Tododia (Americana)

Tribuna de Minas (Juiz de Fora)

Zero Hora (Porto Alegre)

- JORNAIS LOCAIS DE SANTA MARIA

- LETROCA

O objetivo do jogo é usar as letras disponíveis para formar palavras.

Quanto mais palavras formar, mais pontos você ganha.

Mas atenção: Só valem as palavras listadas naquela rodada.

- Especial Bruno Bozzetto - Yes & No

Assista ao Especial Bruno Bozzetto - Yes & No

- Para você que é mãe ou pai, e ama seus filhos


A mãe é a grande responsável pela formação do caráter do filho, seguida pelo pai, como co-participante dessa grande tarefa.
Por vezes, a mãe, investida da melhor das boas intenções comete equívocos na educação que poderão infelicitar sobremaneira o filho, a quem ama e deseja ver feliz.
Um desses equívocos é assumir a vida e os gostos da criança. É ela que adoça o café ou o suco do filho; é ela que sabe do que ele gosta ou deixa de gostar.
É a mãe que responde quando alguém pergunta à criança se ela deseja isto ou aquilo.
É ela que escolhe roupas, calçados, conforme as cores e modelos que gosta, muitas vezes abafando os desejos do filho, quando este já tem idade para opinar.
E existem mães que criam seus filhos como se fossem mentalmente inválidos.
Embora não se duvide do amor que move essas atitudes, essas mães estão prejudicando sobremaneira a formação dos seus amores.
Isso porque a criança cresce sem se conhecer, porque a mãe é quem sabe tudo sobre ela. Na fase da adolescência, os conflitos aumentam pois agora o filho já não aceita mais ser guiado pela mãe, mas submete-se, sem critérios, ao grupo com o qual passa a conviver.
Daí, se veste como os da sua "tribo", se comporta como o seu grupo estabelece, se caracteriza, enfim, como os demais. Não tem gosto próprio, pois a mãe sempre decidiu tudo por ele.
A criança, que desde cedo aprendeu a ser passiva em tudo, agora não consegue se desvencilhar dessa dependência perigosa.
Esse tipo de educação gera jovens sem opinião própria, sempre preocupados com o que os outros pensam ou dizem deles.
São jovens sem iniciativa, sem senso crítico, sem opinião própria, sem maturidade, que estão sempre esperando que alguém lhes diga o que fazer e do que devem gostar ou desgostar.
Infelizmente essas falhas na educação infelicitam em vez de formar homens e mulheres aptos para gerir as próprias vidas de forma lúcida e coerente.
É por essa razão que moças se deixam iludir por promessas mirabolantes, como as feitas pelo maníaco do parque, que acenava com a possibilidade de fazê-las famosas, fotografando-as, nuas, no meio do mato.
Se essas moças tivessem discernimento e senso crítico, certamente não aceitariam tal convite, por ser destituído de fundamento.
Importante que mães e pais pensem com carinho a respeito da grande missão que lhes cabe como educadores e formadores de caracteres.
Importante se pensar em educar os filhos para que tenham autonomia no pensar e no agir, por si mesmos, e não sejam conduzidos como marionetes, sem direito a pensar nem assumir responsabilidades.
Importante que os pais atentem para essa questão e permitam que os filhos aprendam a se conhecer desde cedo. A fazer algo que os faça sentirem-se úteis e valorizados.
Muito embora se tente combater o trabalho infantil dentro do lar, como se pequenas tarefas fossem prejudicar a infância, os pais conscientes sabem que se hoje têm os pés firmes no chão, é porque seus pais lhes colocaram responsabilidades sobre os ombros.
Você que é mãe ou pai, e ama seus filhos, pense nisso e avalie até que ponto não está tomando para si a vida deles.
E se perceber que está cometendo esse grande equívoco, não perca mais nenhum minuto. Corrija o passo e ofereça ao seu filho a bendita oportunidade de crescer.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27/05/03.

- BOOOP'S


- Dicas para pegar programas na internet

Programas gratuitos ou freeware oferecidos em muitos sites na internet são seguros e não causarão nenhum dano ao meu micro?Essa questão é complicada e extensa, mas, de uma forma geral, você deve levar em conta algumas considerações antes de instalar qualquer programa na sua máquina. Uma boa dica é entrar num mecanismo de busca, como o Google (www.google.com), e pesquisar o programa desejado e análises feitas sobre ele (reviews). Procure baixar programas de sites que fazem avaliações próprias ou acrescentam comentários dos usuários, por exemplo, o www.download.com/ ou o www.tucows.com/. Alguns programas somente são encontrados no site do produtor. Nesse caso, você tem de decidir se a empresa é séria ou não. Muitas companhias produzem diferentes versões de um programa, oferecendo uma versão freeware, para atrair os usuários, e depois mostrar as maravilhas adicionais que podem ser conseguidas com uma versão completa e paga. Programas feitos e distribuídos por pessoas físicas são, em teoria, os que mais apresentarão problemas, como a qualidade do software ou os riscos de segurança aos quais sua máquina ficará exposta. Por outro lado, os sites mencionados oferecem bons programas, alguns grátis, que podem substituir os programas pagos.
Por JOSÉ ANTONIO RAMALHO especial para a Folha de S.Paulo

- O CARTEIRO NO BRASIL


No Brasil, a profissão de carteiro confunde-se com inúmeras outras e teve uma historia cheia de perigos e aventuras.
Nossos primeiros carteiros foram os tropeiros, e nosso primeiro meio de transporte terrestre o burro. Além dos tropeiros, qualquer viajante, marinheiro, almocreve ou comerciante que embarcasse em lancha, canoa, sumaca, transportava também, por favor, correspondência.
Um segundo tipo de transportador de correspondência existiu, também, nos primeiros tempos de nossa colonização: os “próprios ou positivos”, empregados das grandes fazendas e engenhos, e que segundo Rodolfo Garcia, ainda se ocupam desse mister nos nossos dias.
Por fim, o terceiro tipo de mensageiro, o mais comum e duradouro: o negro escravo, mensageiro gratuito, eficiente, dócil, quase sempre fiel, e a esperta mucama, confidente de namorados inocentes e romances proibidos.

Luchock, durante sua visita ao Brasil, viu com seus próprios olhos, em 1817, no registro de Matias Barbosa, a chegada da “mala postal” do Rio: um negro carregando às costas um saco de algodão. Seu “uniforme” consistia numa calça justa comum, cobrindo apenas os joelhos, uma jaqueta, e um grande chapéu tricórnio, trapos herdados de seu amo e senhor. John Mawe, outro viajante, mais ou menos na mesma época, presenciou cena semelhante. Segundo sua descrição, esses escravos-carteiros podiam cobrir setecentas milhas de terreno acidentado em 12 dias.
Outras pessoas ilustres que visitaram o Brasil em meados do século XIX, R. Walsh, Kidder e Fletcher confirmam também essas afirmações que, de outro modo, poderiam parecer fantásticas, quando sabemos que, no ano de 1663, em 06 de junho, Portugal já designara para o Brasil, com sede na Bahia, o nosso primeiro correio-mor, Bartolomeu Fragoso do Amaral, medida complementada quando, em 19 de dezembro do mesmo ano, outro correio-mor foi mandado servir no Rio de Janeiro, o alferes João Carvalheiro Cardoso. Ainda mais estranha parece essa sobrevivência de tempos primitivos, quando em várias regiões, em São Mateus, São Paulo, por exemplo, já havia um sistema rudimentar de correios unindo essa província à Corte por meio de mensageiros a cavalo, trocando de montaria em diversas estações de muda, e, não se pode esquecer que, em 1798, havia sido criado o correio oficial terrestre, os “Correios da Terra” entre Minas, São Paulo e Rio.
Na verdade, havia uma resistência generalizada à idéia de utilização de correios oficiais pagos, quando o serviço estava sendo executado satisfatoriamente – para a época – por mensageiros gratuitos, isto é, por criados e por escravos.
Em 1808, aconteceu o inesperado: a corte de Portugal transferiu-se para o Brasil. O desenvolvimento econômico que se seguiu foi assombroso. Ora, progresso exige comunicações eficientes e rápidas. Uma das medidas administrativas de D. João Regente veio atingir em cheio o serviço de correios no Brasil: o estabelecimento do serviço postal na Corte, serviço que passou a ser executado, conforme o Regulamento Provisional, aprovado pela Decisão nr 53, de 22 de novembro de 1808, por um único “correio”, cujo encargo era a entrega de ofícios dirigidos às autoridades do Estado e Tribunais, assim como das cartas retardadas da administração. Em 1817, pelo aviso nr 9, de 19 de abril, esse mensageiro civil passou a substituir, também, as ordenanças que serviam às ordens das Secretarias de Estado da Marinha e da Guerra. Logo depois, para cada uma das Secretarias de Estado do Império foram criados quatro cargos de correio a cavalo. O patrono dos nossos carteiros, Paulo Bregaro, mensageiro da Corte junto a D. Pedro às margens do Ipiranga, provavelmente ocupava um dos cargos acima descritos.
Em 1829, novo regulamento ampliou o quadro dos carteiros do Rio, incluindo dois para entrega de cartas particulares. No ano seguinte, a Província da Bahia tomou decisão semelhante, que logo foi imitada pelas províncias de Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina, São Pedro do Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas e Paraíba. Logo após apareceram os primeiros correios no Rio Grande do Norte e em Sergipe; em 1832, em Goiás, Espírito Santo, e assim por diante. Em meados do século XIX, em quase todo o Brasil já havia mensageiros oficiais nas sedes das províncias, entregando correspondências nas repartições públicas e a alguns “assinantes” que se dispunham a pagar por esse serviço.
Os correios usavam uniformes e traziam consigo duas bolsas: uma, à cintura, contendo as cartas a serem distribuídas, e outra, a tiracolo, fechada, e dotada de um orifício onde os usuários podiam introduzir as cartas que desejassem remeter. Faziam os percursos anunciando sua presença pelo som de uma campainha; iniciavam o serviço às 08 da manhã e efetuavam, ainda uma segunda entrega na parte da tarde, às três horas.
A denominação ”carteiro” foi usada pela primeira vez oficialmente no Decreto 255 de 29 de novembro de 1842, instrumento legal que detalhava seus deveres, previa punição para os relapsos, sem esquecer, porém, de prever a perda do direito ao serviço de entrega postal a toda pessoa que maltratasse o seu carteiro.
O serviço de distribuição domiciliário foi assim, aos poucos, se desenvolvendo, deixando de ser pago pelos assinantes para tornar-se gratuito a todos os que habitassem, primeiro o perímetro urbano do Rio, e, posteriormente, também, a zona rural. Em 1857, o serviço passou a ser feito com muita regularidade, por oito carteiros especiais, a pé e a cavalo (para a zona rural).
No decorrer de toda a segunda metade do século XIX, diversas leis foram baixadas no sentido de melhorar as condições de trabalho dos carteiros e aumentar seus parcos vencimentos. Ao mesmo tempo, tentava-se exigir deles um padrão razoável de competência e conduta. O emprego passou a ser preenchido por concurso, constando como pré-requisito um atestado de bons antecedentes firmado por pároco de freguesia ou autoridade policial. Os concursos constavam de provas de leitura, escrita e aritmética elementar. Durante o trabalho, o carteiro não podia fumar, nem conversar com amigos na rua, nem entrar em sua própria casa, mesmo que estivesse situada dentro de sua zona de distribuição. Além disso, devia ser urbano e atencioso para com o público. Seja em virtude dessas exigências que restringiam o acesso ao cargo apenas a pessoas de um certo nível, ou pela própria natureza simpática de sua missão, os carteiros passaram a gozar de estima geral.
A partir de 1932, quando os serviços de correios se fundiram com os serviços telegráficos sob a direção de uma única estrutura administrativa – o Departamento dos Correios e Telégrafos (D.C.T.) – uma nova classe de portadores de correspondência foi acrescentada à dos carteiros: os mensageiros encarregados da entrega de telegramas. A partir também dessa época, o Brasil entrou em acelerado processo de crescimento industrial e populacional. As pesadas tarefas dos carteiros e mensageiros tornaram-se ainda mais difíceis e cansativas, tendo em vista que os meios de transporte não conseguiam acompanhar o ritmo de desenvolvimento geral do país de modo a atingir todos os novos núcleos populacionais que surgiam, não só em torno das grandes cidades, porém até mesmo nas mais longínquas fronteiras. Uma única medida foi tomada para aliviar-lhes à canseira: os antigos uniformes, de pano grosso e escuro, foram substituídos pela sarja de algodão de cor clara, mais leve e mais apropriada ao clima do país.
Fatigados embora, e de certo modo negligenciados no que dizia respeito à recompensa financeira pelos serviços dobrados, ainda assim os entregadores de correspondência continuaram a fazer jus à simpatia e ao respeito da população brasileira, à qual nunca faltaram, sempre prontos a levar suas mensagens até os confins do território nacional.
A criação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos em 1969, em substituição ao organismo oficial e burocrático do D.C.T., veio a tempo para redimir a classe dos carteiros e mensageiros, restabelecendo critérios e pré-requisitos para a admissão de novos entregadores, dando-lhes melhores salários, treinamento eficiente e uniformes ainda mais adequados à sua função e meio ambiente
Dados obtidos dos Cartões Postais sobre a evolução dos uniformes de carteiros MUSEU POSTAL E TELEGRÁFICO DA ECT

- CARROS BRASILEIROS QUE SAIRAM DE LINHA CONTINUAM VIVOS NA INTERNET



Quem não andou num Opala ou viu passar um Galaxie chamado de banheira. Muitos ainda encontram os “dojões” com seus motores roncando forte. Passats ganham destaque em tempos de guerra, ao menos no Iraque, onde ainda são valorizados. Esse mundo de carros antigos, que fizeram história no Brasil, ainda está vivo na internet. Mantido por colecionadores apaixonados com sites que às vezes são melhores do que os das próprias montadoras de origem.



DKW Modelo histórico da indústria automobilística brasileira e raramente encontrado nas estradas. Seu motor de dois tempos, com ruído carcaterístico, marcou época. A página é excelente. O volume de informações chega a assustar e, cuidado, você poderá sair da página querendo comprar um DKW.

DODGE 1800 e POLARA Para quem gosta desse modelo, que quando foi lançado como 1800 apresentou vários problemas, e depois de corrigidos passou a ser denominado Polara, o site é um prato cheio. O visual é precário, mas há muitas informações úteis. O responsável é um jovem paraibano que provavelmente andava na cadeira de bebê quando o veículo foi lançado, mas apaixonou-se pelo modelo e conhece muito do veículo.

DODGE Além de todas as informações possíveis para os apreciadores do chamado Dojão, com seus vários modelos como Charger, Magnum, Lê Baron, o site possui serviços interessantes que incluem compra de peças e de souvenirs com a marca. Inclusive lista com oficinas especializadas.

FUSCA O fusca é parte do Brasil, mas, surpreendentemente, tem poucos sites dedicados a ele.
Esse é um deles que, embora tenha qualidade, deixa um sabor de quero mais nos fãs do besouro que tanta história tem para contar.

GALAXIE Somente os loucos por Galaxie e Landau devem visitar este site. Ao clicar abrem muitas janelas que acabam com a paciência de qualquer pessoa que seja apenas curiosa pela marca. Tem que gostar demais.

MAVERICK Esse carro da Ford conquistou muitos motoristas pelo seu poderoso V8 Motor 302, que era utilizado no Mustang e depois veio a equipar o Ford Landau em 1976.O site é simples mas permite matar as saudades de um dos carros mais potentes da história do automobilismo brasileiro.

MONZA Outro ícone da indústria automobilística brasileira, com site de qualidade, repleto de informações e com as programações de reunião dos colecionadores. O site oferece inúmeros serviços úteis, inclusive uma seção de dicas de Faça Fácil que já vale a visita.

OPALA É considerado o primeiro site sobre automóveis do Brasil. E seguramente é um dos melhores no gênero. O Opala faz parte da história da maioria dos brasileiros que nele andaram seja como proprietários ou passageiros. No final de carreira foi muito utilizado como táxi e seu motor 6c é um ícone da indústria automobilística. O site é profissional. Uma verdadeira aula de Opala que merece ser visitado por qualquer apreciador de carros.
PASSAT O Passat já foi o modelo preferido entre 7 de cada 10 jovens brasileiros. Exportado para todo mundo, tem fãs inclusive no Iraque, onde ainda circula e pode valer milhares de dólares.O site é simples e está colhendo informações sobre o modelo. Caso você já teve um e quer colaborar ou matar as saudades visite a página.

PUMA Feitos em fibra de vidro marcaram época e foram um marco de estilo e design. A página é de excelente nível e tem tido repercussão junto à mídia especializada. É possível conhecer a história do modelo que surgiu nas pistas em meados dos anos sessenta.

VW SP2 A página surpreende pela simplicidade, levando-se em conta que o SP2 tornou-se famoso pelo seu design já que o motor deixava a desejar. Mas como é o único site do modelo no mundo, pode ser considerado o melhor de todos. Brincadeira à parte o site traz informações interessantes e revela que o SP2 introduziu várias inovações nos bancos, material utilizado no painel, sem falar nos dois porta-malas, dianteiro e traseiro. Foi o primeiro carro nacional totalmente projetado no Brasil. De 1972 até 1976 foram produzidos pouco mais de 10.000 unidades.